A Shopee ficou fora da camisa do Flamengo contra Santos e Fluminense por uma política interna ligada à campanha sobre apostas, segundo Flazoeiro. O comunicador afirmou que não houve rompimento contratual e apontou expectativa de retorno da marca no confronto com o Estudiantes, em meio a outras preocupações do clube.
A Shopee pediu para retirar sua marca da camisa do Flamengo nas partidas contra Santos e Fluminense, mas a ausência não representou o encerramento da parceria. Segundo o relato, a decisão estava ligada a uma política interna da empresa e à mensagem que o clube levou ao uniforme nesses dois jogos.
As informações foram apresentadas pelo canal FLAZOEIRO, em publicação de 15 de outubro de 2026. No boletim feito pela manhã, em Buenos Aires, o comunicador explicou o pedido da patrocinadora e também abordou o julgamento de Erick Pulgar, mudanças na produção das transmissões e a preparação para enfrentar o Estudiantes.
Shopee ficou fora das mangas contra Santos e Fluminense
A ausência da Shopee ocorreu justamente no espaço das mangas da camisa rubro-negra. Ao citar os confrontos contra Santos e Fluminense, o apresentador perguntou se os torcedores haviam percebido que a empresa não apareceu no uniforme.
O pedido partiu da própria patrocinadora, conforme a explicação apresentada. A retirada foi descrita como temporária e referente àqueles dois jogos, um recorte importante para entender por que a falta do logotipo não significava, naquele relato, o fim do vínculo comercial.
Campanha sobre apostas motivou o pedido, segundo o relato
O Flamengo estava usando a mensagem “Proibir não é proteger” na camisa. Flazoeiro relacionou a iniciativa a um protesto contra a paralisação das bets e explicou que a política interna da Shopee levou a empresa a pedir a retirada da marca durante a campanha.
A explicação não detalhou as regras internas da patrocinadora nem apresentou o texto de uma cláusula contratual. O motivo foi descrito pelo comunicador como uma questão ligada a apostas, sem informar que a empresa havia decidido abandonar definitivamente sua relação com o clube.
Ausência do logotipo não significou rescisão do contrato
Flazoeiro disse que algumas pessoas interpretaram a mudança como sinal de rompimento, cancelamento ou encerramento do contrato. Ele afastou essas três possibilidades ao explicar a situação e reforçou que o pedido estava associado à presença da campanha no uniforme.
O esclarecimento separa a exposição da marca da continuidade da parceria. Na versão apresentada, a Shopee deixou de ocupar temporariamente o espaço das mangas, mas isso não equivalia a uma comunicação de rescisão. O relato também não anunciou uma data de término do acordo entre as partes.
Retorno era esperado para o confronto com o Estudiantes
O apresentador apontou a tendência de o Flamengo voltar a usar o endereço flamengo.com.br na parte frontal da camisa no duelo com o Estudiantes. A expectativa era de que a mensagem da campanha deixasse aquele espaço e, nesse cenário, a Shopee reaparecesse nas mangas.
O boletim foi publicado antes da partida, marcada para a noite de 15 de outubro. Por isso, o retorno da patrocinadora foi apresentado como expectativa para aquele compromisso, sem uma confirmação de que a equipe já havia entrado em campo com a marca novamente.
Parceria foi apresentada com valor de R$ 13 milhões por ano
Flazoeiro afirmou que o acordo da Shopee com o Flamengo envolvia R$ 13 milhões anuais. O valor apareceu na discussão sobre a importância de preservar patrocinadores em um momento no qual o clube, segundo ele, já enfrentava dificuldades com outra receita comercial relevante.
A retirada nas duas partidas não foi acompanhada, no relato, de um anúncio de perda desses R$ 13 milhões. O comunicador usou o tamanho do contrato para expressar preocupação com uma eventual saída, mas sustentou que a situação da Shopee não era de rompimento.
Contrato suspenso com a Betano ampliava a preocupação financeira
O apresentador também citou um contrato de R$ 268 milhões com a Betano que estava suspenso, conforme sua informação. A referência serviu de contexto para a avaliação de que o Flamengo precisava evitar novos problemas com os espaços comerciais de seu uniforme.
Flazoeiro mencionou ainda impactos envolvendo placas de publicidade e outras receitas, sem detalhar valores para cada uma. Contrato suspenso e receita definitivamente perdida são situações diferentes, e o boletim não apresentou um balanço financeiro que permitisse transformar todas essas referências em um prejuízo consolidado.
Julgamento de Pulgar era outra preocupação daquela manhã
Erick Pulgar apareceu entre os assuntos que mobilizavam o departamento de futebol. Segundo o comunicador, o julgamento do volante no STJD estava previsto para começar às 11h, no horário do Brasil, naquele mesmo dia 15 de outubro.
A possibilidade apresentada era de uma suspensão de dois a seis jogos, com impacto sobre compromissos do Campeonato Brasileiro. O risco foi tratado como uma preocupação anterior ao julgamento, sem informar que qualquer punição dentro dessa faixa já tivesse sido aplicada ao jogador.
Flamengo preparava pedido de efeito suspensivo
De acordo com Flazoeiro, o Flamengo já preparava um pedido de efeito suspensivo e pretendia levar a discussão ao pleno. A intenção descrita era tentar manter Pulgar disponível pelo maior número possível de partidas durante a disputa do Brasileirão.
O apresentador afirmou que o volante era reincidente e apontou essa condição como parte da preocupação rubro-negra. O boletim não trouxe uma decisão sobre o pedido mencionado, nem garantiu que a estratégia jurídica conseguiria evitar um eventual desfalque na sequência do campeonato.
Comparações com outros lances vieram acompanhadas de críticas
Flazoeiro comparou o caso de Pulgar a uma entrada de Barreal sobre o próprio volante e a uma cotovelada de Guilherme Arana em Carrascal. Segundo ele, esses episódios não haviam resultado em denúncias, diferentemente do ocorrido com o jogador do Flamengo.
O comunicador atribuiu a denúncia contra Pulgar à pressão da mídia e ao apelo popular. Essa leitura foi uma crítica apresentada por ele: o material não reproduziu uma manifestação do STJD confirmando que esses fatores motivaram a atuação do tribunal no caso.
CBF teria novo modelo de geração de imagens a partir de 2027
O boletim também apresentou uma mudança na maneira de produzir as imagens das competições nacionais. Segundo a explicação, a CBF passaria a fazer a geração das partidas da Copa do Brasil a partir de 2027, assumindo a produção do sinal enviado a quem transmite os jogos.
Flazoeiro descreveu o modelo anterior como uma operação a cargo dos detentores dos direitos. Câmeras, equipamentos, cortes e replays integravam essa estrutura, com o processamento das imagens realizado em uma unidade de produção que acompanha a cobertura da partida.
Brasileirão teria calendário diferente para a mudança
Para o Campeonato Brasileiro, o prazo informado foi outro: a geração das imagens das Séries A e B pela CBF começaria em 2029. Assim, o cronograma apresentado não colocava todas as principais competições nacionais sob o novo funcionamento ao mesmo tempo.
A mudança descrita era de produção das imagens, não de exclusividade de exibição pela CBF. O sinal continuaria sendo destinado aos responsáveis por transmitir cada jogo. O apresentador citou Globo, CazéTV, Record e Amazon Prime como exemplos ao explicar esse funcionamento.
Libertadores e Copa do Mundo serviram de comparação
Flazoeiro usou a Libertadores para explicar a proposta: na descrição dele, a Conmebol gera as imagens e as entrega à emissora responsável pela transmissão. O exemplo escolhido foi a ESPN, mencionada como canal que exibiria o encontro entre Flamengo e Estudiantes naquela noite.
A Copa do Mundo entrou na mesma comparação, com a FIFA responsável pela geração do sinal destinado aos transmissores. Esses exemplos ajudaram a explicar a diferença entre produzir as imagens de uma competição e ter o direito de levá-las ao público.
Jardim havia realizado o último treino em Buenos Aires
O Flamengo chegava ao dia da semifinal depois de uma atividade comandada por Leonardo Jardim no centro de treinamento do Defensa y Justicia. Conforme o boletim, o trabalho havia ocorrido no dia anterior, já com a equipe em solo argentino para o confronto.
A partida estava marcada para as 21h30, e o treinador ainda lidava com dúvidas para organizar a escalação. A preparação esportiva aparecia, portanto, ao lado dos assuntos comerciais e jurídicos, em uma manhã na qual diferentes decisões cercavam o clube antes de entrar em campo.
Bruno Henrique era cotado para começar no lugar de Pedro
A expectativa de Flazoeiro era de que Bruno Henrique atuasse como centroavante titular contra o Estudiantes. Nessa projeção, Pedro começaria no banco de reservas, mas o apresentador avisou que traria uma provável formação mais detalhada em sua publicação da tarde.
O meio-campo foi apontado como a principal dificuldade de Jardim. Jorginho estava fora por causa do cartão vermelho recebido contra o Independiente del Valle, enquanto Arrascaeta se recuperava de uma cirurgia no pulso. Essas ausências faziam parte do cenário usado para discutir a montagem da equipe.
Shopee permanecia vinculada ao clube na explicação apresentada
O esclarecimento comercial fechava a principal dúvida sobre a camisa: segundo Flazoeiro, a patrocinadora havia solicitado uma ausência pontual, sem cancelar o contrato. A possível volta diante do Estudiantes dependia do cenário antecipado no boletim, que previa uma mudança na mensagem exibida pelo Flamengo.
Na sua opinião, o clube deve explicar publicamente mudanças temporárias de patrocinadores no uniforme para evitar dúvidas sobre os contratos? Deixe sua opinião nos comentários.



