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Flamengo abre dois gols de vantagem contra o Santos, mas erro de Rossi inicia sequência que provoca revolta e pedidos de mudança no gol

Rossi recebe críticas e pedidos de banco após o Flamengo ceder empate ao Santos. Repercussão também questiona os pênaltis e a expulsão de Jorginho.

Goleiro do Flamengo de uniforme azul-claro grita de punho fechado durante a partida, com jogador do Estudiantes desfocado ao fundo
Rossi grita durante Estudiantes x Flamengo, no Estadio UNO, em 25 de setembro de 2025, jogo decidido nos pênaltis. Foto de arquivo: Gilvan de Souza/Flamengo (Flickr oficial); direitos reservados. Imagem de arquivo do clube; não retrata o fato desta reportagem. Gilvan de Souza/Flamengo (Flickr oficial), direitos reservados, reprodução editorial. Redimensionada; corte de exibição adaptado à tela.

O Flamengo empatou por 2 a 2 com o Santos depois de construir vantagem na Vila Belmiro. Uma falha de Rossi, a expulsão de Jorginho e os gols de Neymar provocaram críticas no canal Africano FLAMENGUISTA, que reuniu cobranças ao goleiro e questionamentos sobre as decisões tomadas pela arbitragem ali.

O Flamengo vencia o Santos por 2 a 0 quando uma saída de bola envolvendo Rossi e Jorginho abriu caminho para a reação santista. O empate por 2 a 2 deixou o goleiro no centro das cobranças, com pedidos para que perdesse a condição de titular após o lance que antecedeu um pênalti e a expulsão do volante.

A repercussão foi reunida pelo canal Africano FLAMENGUISTA, em publicação de 9 de outubro de 2026. Entre comentários próprios e trechos de outras análises, o conteúdo apresentou críticas ao comportamento de Rossi, reclamações contra a arbitragem e interpretações diferentes sobre o contato sofrido por Jorginho antes de tocar a bola com a mão.

Flamengo construiu vantagem antes da reação santista

O time rubro-negro chegou ao intervalo com dois gols de vantagem, segundo o relato da partida reproduzido na publicação. O fim do primeiro tempo foi descrito como intenso, e a equipe ainda teria encontrado oportunidades para ampliar o placar no começo da etapa final.

A leitura dos comentários era de que o Flamengo tinha o jogo bem encaminhado. Essa avaliação aumentou o peso dado à jogada de Rossi: as cobranças partiram da ideia de que uma vantagem construída pelo conjunto acabou colocada em risco durante uma tentativa de sair jogando perto do próprio gol.

Pressão na saída de bola colocou Jorginho em dificuldade

Rossi passou para Jorginho com Rony próximo do volante, em uma situação na qual o atacante do Santos podia pressionar a recepção. Um dos comentários destacou que a presença do adversário ao lado do meio-campista precisava ser considerada antes da escolha do passe.

A entrada de Rony também foi relacionada a essa pressão sobre a defesa. Na interpretação apresentada, o atacante havia sido colocado em campo para incomodar a saída rubro-negra, e a tentativa de construir a jogada por baixo acabou oferecendo ao Santos a disputa que ele buscava naquele momento.

Erro de Rossi motivou cobrança por mudança no gol

O pedido de banco para Rossi apareceu de forma explícita na repercussão. A crítica não se limitou à execução do passe: uma das falas questionou a postura do goleiro e afirmou que o Flamengo precisava dar uma resposta à sequência que terminou com prejuízo para a equipe.

O argumento usado foi o de que a confiança para jogar com os pés não poderia levar à repetição de escolhas arriscadas. Os comentários compararam essa postura à segurança de goleiros como Courtois e Neuer, mas fizeram isso como crítica ao rubro-negro, sem apresentar uma comparação estatística entre os atletas.

Cobranças mencionaram erros anteriores sem detalhar partidas

As análises reproduzidas também afirmaram que Rossi já havia comprometido o Flamengo em outras ocasiões. A repetição foi usada como motivo para defender uma intervenção, sob a avaliação de que a titularidade não deveria permanecer intocável diante daquele tipo de falha.

Os trechos não organizaram uma lista de jogos, datas ou gols anteriores para sustentar essa comparação. A cobrança, portanto, foi apresentada como avaliação dos comentaristas sobre o desempenho do goleiro, e não como levantamento completo de erros ao longo da temporada rubro-negra.

Passe foi questionado pelo perfil de Jorginho

Uma das análises reconheceu Jorginho como um jogador talentoso, inteligente e lúcido com a bola. Ao mesmo tempo, apontou uma dificuldade física no confronto direto com o adversário, argumento usado para questionar a decisão de Rossi de acioná-lo naquela situação.

A crítica separou a qualidade técnica do volante das condições daquela jogada. Na leitura apresentada, receber pressionado e disputar o corpo a corpo com Rony tornava o passe mais delicado, mesmo tratando-se de um meio-campista elogiado pela capacidade de organizar o jogo.

Contato antes da mão na bola dividiu as interpretações

Jorginho caiu e tocou a bola com a mão, mas os comentários divergiram sobre o que aconteceu antes desse gesto. Algumas falas sustentaram que o volante havia sido empurrado e que a arbitragem deveria ter reconhecido uma falta a favor do Flamengo na origem da disputa.

Outro trecho rejeitou essa leitura e tratou o contato como uma disputa de bola sem infração. A própria repercussão reuniu versões incompatíveis sobre o lance, de modo que a reclamação de falta não apareceu como um entendimento único entre todas as análises exibidas.

Pênalti e expulsão ampliaram a revolta com a arbitragem

A marcação do pênalti veio acompanhada da expulsão de Jorginho, combinação que concentrou parte das reclamações. Um dos comentários questionou como o mesmo lance poderia resultar nas duas punições, enquanto outros insistiram que a queda do jogador precisava ser considerada antes da decisão.

Essas falas expressaram discordância com a atuação da arbitragem. A publicação não apresentou uma explicação técnica completa das regras aplicadas ao episódio, nem uma conclusão oficial que confirmasse as acusações feitas durante a reação ao resultado na Vila Belmiro.

Daronco foi cobrado por critério entre os dois pênaltis

As críticas também compararam a disputa envolvendo Jorginho ao lance de Luiz Araújo com Gabigol, que resultou em outro pênalti para o Santos. O questionamento era sobre a diferença de rigor entre os contatos avaliados ao longo da partida.

Uma das falas admitiu que o primeiro episódio poderia ser interpretativo, caso o árbitro optasse por deixar o jogo seguir. A objeção veio na sequência: para esse comentarista, a marcação no lance de Gabigol tornava difícil compreender por que o contato anterior sobre Jorginho não havia sido tratado como falta.

Acusações de favorecimento vieram dos comentários

O apresentador e parte das falas reproduzidas usaram expressões fortes para contestar o trabalho da arbitragem. Houve acusações de que o Flamengo teria sido prejudicado, além de perguntas dirigidas à CBF sobre uma eventual punição aos responsáveis pelas decisões.

Essas acusações pertencem à reação do canal e aos comentários reunidos na publicação. O material não demonstrou manipulação de resultado nem apresentou decisão de autoridade que reconhecesse favorecimento deliberado. A divergência sobre os lances permaneceu no campo das avaliações expressas após o empate.

Neymar marcou duas vezes na reação do Santos

Neymar entrou no segundo tempo, de volta após lesão, conforme o texto atribuído a Galvão Bueno que foi lido na parte final da publicação. O atacante cobrou o pênalti e voltou a marcar cinco minutos depois, participando diretamente da recuperação santista até o 2 a 2.

A reação mudou o resultado de uma partida que o Flamengo havia encaminhado no primeiro tempo. Na leitura reproduzida, o Santos aproveitou a Vila Belmiro cheia e aumentou a pressão sobre a saída de bola adversária, encontrando espaço para reagir na etapa final.

Cuca recebeu elogios em meio às críticas rubro-negras

Um dos trechos exibidos elogiou o trabalho de Cuca à frente do Santos e valorizou o resultado obtido contra o Flamengo. Neymar também recebeu reconhecimento, em uma fala que evitou concentrar a avaliação do atacante apenas em críticas ao seu desempenho.

Esse comentário acrescentou outra perspectiva à repercussão: a recuperação santista foi tratada como mérito de um time em bom momento. A publicação, assim, reuniu tanto cobranças pelos erros rubro-negros quanto elogios à capacidade do adversário de buscar o empate diante de sua torcida.

Relato atribuído a Galvão destacou mudança entre os tempos

O texto lido como sendo de Galvão Bueno descreveu um Flamengo intenso no fim da primeira etapa e com chances de fazer mais no começo do segundo tempo. Depois, destacou a pressão santista, a dificuldade de Rossi e a sequência de pênalti, expulsão e gols de Neymar.

O empate foi apresentado nesse relato como heroico para o Santos e ruim para o Flamengo. A explicação valorizou a virada de cenário dentro da partida, conectando a vantagem inicial rubro-negra ao crescimento do adversário após a pressão exercida sobre a defesa.

Repercussão ainda cobrava uma resposta interna do Flamengo

As críticas ao goleiro chegaram à administração do clube. Um dos comentários defendeu que o presidente conversasse com a direção esportiva para discutir a situação, argumentando que uma escolha individual havia colocado em risco o trabalho do grupo e o investimento feito no elenco.

A publicação não informou que essa conversa aconteceu ou que a comissão técnica decidiu trocar o titular. O pedido de mudança no gol foi parte da cobrança pública após o empate, sem confirmação de afastamento de Rossi ou de qualquer medida interna anunciada naquele conteúdo.

Empate manteve liderança naquele recorte do campeonato

Ao encerrar sua reação, o apresentador afirmou que o Flamengo seguia na liderança, mas com a diferença reduzida para um ponto. Também mencionou que o Palmeiras enfrentava o Bahia naquele contexto, mostrando que a avaliação da tabela ainda estava ligada ao andamento da rodada.

O Fla-Flu e o confronto entre Palmeiras e Corinthians foram citados como compromissos seguintes, com a Libertadores prevista para a semana posterior. Naquele recorte, o saldo rubro-negro era um empate após abrir 2 a 0 e uma discussão que envolvia a saída de bola, a arbitragem e a permanência de Rossi no gol.

Na sua opinião, o lance justificava uma mudança imediata no gol do Flamengo ou a cobrança deveria se concentrar na organização da saída de bola? Deixe sua opinião nos comentários.

Assista ao vídeo

Assista ao conteúdo completo do canal Africano FLAMENGUISTA no YouTube.

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