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Esbarrão de Neymar em Daronco entra na discussão sobre pênalti em Gabigol, e bancada questiona campo de visão do árbitro em Santos e Flamengo

Pênalti em Gabigol divide o Bate-Pronto. Bancada cita esbarrão de Neymar em Daronco e questiona visão do árbitro em Santos e Flamengo.

Arrascaeta, de camisa rubro-negra com o número 10, conduz a bola junto à linha lateral enquanto um jogador do Santos, de branco, cai no gramado ao lado
Arrascaeta, camisa 10, conduz a bola pela lateral da Vila Belmiro, com jogador do Santos caído no gramado, em Santos x Flamengo, pelo Brasileirão, em 16 de julho de 2025. Foto: Gilvan de Souza / Flamengo (Flickr oficial). Arquivo; direitos reservados. Imagem de arquivo do clube; não retrata o fato desta reportagem. Gilvan de Souza/Flamengo, direitos reservados, reprodução editorial. Redimensionada; corte de exibição adaptado à tela.

Um esbarrão de Neymar em Daronco foi citado no Bate-Pronto durante discussão sobre o pênalti de Luiz Araújo em Gabigol. A bancada questionou a visão do árbitro e divergiu sobre a intensidade do contato. Vampeta aprovou a marcação, mas rejeitou o pênalti de Jorginho, também debatido após Santos e Flamengo.

Um esbarrão involuntário de Neymar em Daronco virou argumento no debate sobre o pênalti marcado em Gabigol contra o Flamengo. No Bate-Pronto, participantes questionaram como o árbitro acompanhou a disputa, já que, na leitura apresentada, havia jogadores parcialmente à sua frente e ele acabara de receber o contato do atacante santista.

A discussão foi publicada pelo canal Jovem Pan Esportes em 9 de outubro de 2026. A bancada analisou separadamente os dois pênaltis para o Santos, com divergências sobre o toque de Jorginho com a mão e a ação de Luiz Araújo em Gabigol. O questionamento sobre a visão de Daronco é uma avaliação dos comentaristas, sem confirmação de falha apresentada no debate.

Esbarrão aparece no começo da jogada ensaiada do Santos

A bancada chama atenção para o início da jogada que terminou no segundo pênalti. A bola é movimentada rapidamente, e Neymar esbarra em Daronco de maneira descrita como involuntária. O árbitro olha para a região do contato antes de acompanhar a continuidade da ação santista perto da área.

O episódio é usado para formular uma dúvida sobre a observação do lance seguinte. Um participante questiona como o árbitro conseguiu identificar o toque entre Luiz Araújo e Gabigol depois daquele movimento. O debate não sustenta que Neymar tenha provocado o contato de propósito nem apresenta o esbarrão como uma infração intencional para interferir na arbitragem.

Posição de Luiz Araújo também entra no questionamento

Piperno diz que não marcaria o pênalti e demonstra dificuldade em compreender a decisão a partir da posição do árbitro. Segundo sua análise das imagens, Luiz Araújo estava à frente de Gabigol, o que poderia dificultar a observação completa do movimento realizado na disputa.

Outros integrantes acompanham a revisão e apontam a presença de Neymar na linha de visão em parte da sequência. A crítica reúne o contato anterior com Daronco e o posicionamento dos atletas, mas continua sendo uma interpretação sobre o que o árbitro poderia enxergar. A conversa não inclui um relato de Daronco explicando exatamente o que observou.

Bancada reconhece toque, mas discute se houve falta

A existência de contato entre Luiz Araújo e Gabigol não é negada por todos os que rejeitam a penalidade. No debate, há reconhecimento de um resvalo ou toque no pé do atacante. A divergência está no efeito dessa ação: se seria suficiente para interromper a passada e justificar a queda.

Uma das avaliações considera que a força do contato não derrubaria Gabigol. Outra fala ressalta que nem todo toque acidental precisa ter a mesma consequência. A discussão se concentra na intensidade e na influência sobre a jogada, sem transformar o simples reconhecimento de contato em concordância automática com a marcação do pênalti.

Vampeta aprova a penalidade em Gabigol

Vampeta fica do lado favorável à marcação do segundo pênalti. Ele aponta o contato entre os pés dos jogadores e afirma que daria aquela penalidade, ao contrário de sua posição sobre o lance de Jorginho. A leitura do ex-jogador contrasta com as críticas predominantes na sequência de comentários.

Vampeta também observa a dificuldade de um atacante ao retornar à própria área para defender. Seu argumento relaciona o deslocamento de Luiz Araújo à possibilidade de cometer uma infração naquele espaço. A aprovação da marcação não é compartilhada por toda a bancada, e o programa mantém diferentes interpretações mesmo depois de rever a jogada.

Possibilidade de finalizar vira argumento contra o pênalti

Os debatedores que contestam a penalidade observam que Gabigol ainda teria condições de chutar depois do contato. Segundo essa leitura, o atacante permanece com o corpo preparado para finalizar, dá mais um passo e só então cai, em vez de perder imediatamente a possibilidade de seguir com a ação.

A análise destaca também que o toque seria no pé direito, enquanto a perda de apoio apareceria no esquerdo. A conclusão apresentada é que Gabigol poderia ter priorizado a finalização, mas essa é uma avaliação dos participantes sobre a continuidade do movimento. O debate não apresenta uma declaração do jogador explicando sua decisão naquele instante.

Câmera lenta é citada como elemento que pode influenciar leitura

A bancada discute o efeito de rever o contato em câmera lenta. Uma das observações é que a repetição pode induzir determinada interpretação, ao dar destaque a um toque que, em velocidade normal, teria outra aparência. Os participantes voltam às imagens para comparar a ação no pé e a queda.

A divergência permanece mesmo com a repetição. Vampeta mantém o entendimento de que houve pênalti, enquanto outros avaliam que a sequência não demonstra força suficiente ou perda imediata de equilíbrio. As mesmas imagens alimentam conclusões diferentes, ponto que também aparece na discussão sobre a primeira penalidade marcada contra o Flamengo.

Lance de Arrascaeta é lembrado para comparar critérios

Um participante compara a situação de Gabigol a um pênalti anteriormente marcado a favor do Flamengo, envolvendo Arrascaeta contra o São Paulo no Morumbi. Ele afirma que também discordou daquela decisão, usando a lembrança para defender que sua interpretação não mudava conforme o time beneficiado.

A referência é apresentada sem uma definição segura da temporada em que teria ocorrido. Por isso, a comparação funciona no debate como argumento sobre critério pessoal, e não como uma reconstrução detalhada daquele outro jogo. O ponto defendido é que o contato leve não deveria levar automaticamente à penalidade, independentemente do lado favorecido.

Primeiro pênalti começa com passe curto para Jorginho

Antes de examinar o lance de Gabigol, a bancada analisou a saída de bola que envolveu Rossi, Jorginho e Rony. A apresentação descreve um passe curto do goleiro, seguido da disputa do volante com o atacante santista. Jorginho cai, a bola encontra seu braço e o lance passa pela revisão.

Vampeta afirma que não marcaria pênalti nem expulsaria Jorginho. Ele vê uma trombada de Rony e considera a possibilidade de falta anterior no rubro-negro. Para o ex-jogador, a queda e o emaranhado de movimentos no chão tornam a sequência diferente de uma ação que justificasse a penalidade e a exclusão.

Piperno mantém dúvida sobre Rony, mas vê infração de Jorginho

Piperno apresenta uma posição diferente. Ele conta que colocou o primeiro pênalti em dúvida inicialmente, mas reviu as imagens e ouviu opiniões de ex-árbitros. Depois disso, passou a considerar faltoso o movimento de Jorginho, embora continuasse sem resolver a questão do contato anterior com Rony.

Na leitura do comentarista, Jorginho não apenas apoia o braço: ele realiza um movimento que impede a progressão da jogada. Piperno aceita a penalidade e a expulsão sob essa interpretação, ressalvando a dúvida sobre o início da disputa. O argumento se concentra na ação posterior do volante sobre a bola e na interrupção de uma chance de gol.

Outros comentários tratam disputa anterior como normal

A ação de Rony também divide as avaliações. Enquanto Vampeta vê uma trombada que poderia justificar a interrupção, outros participantes entendem que o santista apenas tenta encontrar espaço para roubar a bola. A conversa inclui uma crítica ao hábito de defensores procurarem contato para conseguir faltas.

Uma das falas admite a hipótese de Jorginho tentar cavar a marcação, mas não há uma conclusão comum sobre sua intenção. O debate acompanha os movimentos no chão e discute se o braço se encontra com a bola por efeito da queda ou por uma ação posterior. As versões seguem distintas sobre a origem e a sequência do lance.

Revisão de quase dez minutos recebe críticas amplas

O tempo gasto na análise do primeiro pênalti se torna um ponto recorrente de cobrança. A bancada fala em aproximadamente dez minutos de paralisação e questiona por que a decisão demorou tanto. Mesmo participantes que admitem a infração consideram excessiva a espera para definir o local e a consequência da jogada.

A apresentação do programa defende que uma revisão tão longa enfraquece a ideia de intervenção para corrigir um erro claro. Esse entendimento é defendido no debate como crítica ao uso do VAR, sem apresentação de uma determinação oficial que anulasse a possibilidade de revisão por causa do tempo consumido.

Local da infração aparece como justificativa para consultar o vídeo

Uma das intervenções reconhece que havia uma razão plausível para a análise: Daronco havia marcado falta e precisava ser esclarecido se o toque acontecera dentro ou fora da área. O debate também menciona outras dúvidas possíveis, como a existência de falta anterior de Rony e a interpretação do movimento de Jorginho.

O reconhecimento de vários pontos de avaliação não elimina a cobrança por rapidez. A bancada usa exemplos de revisões mais curtas para argumentar que a decisão poderia ter sido conduzida em muito menos tempo. A crítica mira a demora e a condução do procedimento, mesmo quando admite que havia aspectos a serem examinados.

Debate sobre rivalidade acompanha discussão dos lances

A conversa também passa pela relação entre jogadores que são amigos fora de campo e adversários durante a partida. Vampeta menciona experiências próprias para defender que a proximidade pessoal não elimina a intensidade de um confronto. A bancada recorda episódios envolvendo Neymar e atletas rubro-negros durante o jogo.

Os participantes diferenciam a cobrança por rivalidade de uma orientação literal para agredir. O assunto aparece em meio à discussão sobre reações, disputas e postura dos jogadores. Embora se afaste momentaneamente dos pênaltis, a conversa retorna às imagens para examinar a ação de Luiz Araújo e a queda de Gabigol.

Bancada encerra análise sem consenso sobre as duas marcações

Ao comparar as posições apresentadas, Vampeta rejeita o pênalti de Jorginho e aprova o sofrido por Gabigol. Piperno aceita a interpretação de infração do volante, com ressalva sobre Rony, mas contesta o segundo lance. Outros comentários recusam a penalidade em Gabigol e criticam a revisão demorada.

O esbarrão de Neymar em Daronco permanece como um dos argumentos usados para questionar a observação do segundo pênalti. A bancada não apresenta uma conclusão oficial da arbitragem ou uma prova de que o árbitro deixou de enxergar o contato. O trecho termina com divergências sobre intensidade, continuidade da jogada e condições de visão.

Assista ao vídeo

Assista ao debate sobre Santos e Flamengo no canal Jovem Pan Esportes.

Na sua opinião, qual ponto pesa mais na análise do segundo pênalti: o toque no pé de Gabigol, a possibilidade de finalizar ou a posição de Daronco? Deixe sua opinião nos comentários.

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