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Revisão de 9 minutos e 56 segundos provoca críticas em análise de Santos e Flamengo, mesmo com PC de Oliveira defendendo a decisão final

PC de Oliveira aprova pênalti e expulsão de Jorginho em Santos e Flamengo, mas critica revisão do VAR de 9 minutos e 56 segundos.

Danilo, de camisa rubro-negra e calção preto com o número 13, caminha depois do gol com a torcida ao fundo, enquanto o goleiro do Santos, de uniforme azul-escuro, está deitado no gramado
Danilo, camisa 13 do Flamengo, depois do gol que abriu o placar na Vila Belmiro, com o goleiro Diógenes, do Santos, caído no gramado, em 8 de outubro de 2026. Foto: Gilvan de Souza/CRF; direitos reservados. Imagem de arquivo do clube; não retrata o fato desta reportagem. Origem, direitos reservados, reprodução editorial. Redimensionada; corte de exibição adaptado à tela.

PC de Oliveira considerou corretos o pênalti e a expulsão de Jorginho contra o Santos, mas criticou a revisão de 9 minutos e 56 segundos. No debate, explicou os critérios de chance clara de gol, respondeu sobre tripla punição e aprovou o segundo pênalti, cometido por Luiz Araújo em Gabigol.

PC de Oliveira aprovou a decisão final de marcar pênalti e expulsar Jorginho no confronto entre Santos e Flamengo, mas contestou o tempo gasto para revisar a jogada. A paralisação de 9 minutos e 56 segundos foi apontada no debate como excessiva para uma análise que envolvia o local do toque de mão e a possibilidade clara de gol.

A avaliação aparece em um trecho do Troca de Passes publicado pelo canal Diversos FC em 9 de outubro de 2026. PC explicou sua leitura sobre o lance, respondeu a dúvidas de Mansur sobre os contatos do braço com a bola e também considerou correto o segundo pênalti para o Santos, na disputa entre Luiz Araújo e Gabigol.

Saída de Rossi antecede a disputa entre Jorginho e Rony

PC começa a análise chamando a atenção para a reposição de Rossi. Segundo sua avaliação, o goleiro havia trabalhado perto do limite de tempo durante a partida, em alguns momentos ultrapassando os oito segundos sem receber a atenção necessária de Daronco. A observação aparece como parte da leitura do comentarista sobre o início da jogada.

Na sequência, Rony e Jorginho disputam a bola, e o volante rubro-negro vai ao chão. PC considera o contato entre os dois uma disputa normal. Daronco estava mais distante porque esperava uma reposição longa de Rossi, conforme a explicação apresentada, e inicialmente marcou o toque de mão como falta fora da área.

Posição do toque muda a cobrança para pênalti

O VAR Rodolpho Toski identifica que o contato com a mão ocorre sobre a linha da grande área. PC explica que a linha faz parte da área e, por essa razão, o local indicado na revisão leva à marcação de pênalti. A correção altera a forma de reiniciar a partida.

Se a discussão fosse apenas sobre o lugar da infração, a revisão seria factual, segundo o comentarista. Nesse caso, bastaria informar ao árbitro de campo que o toque não havia acontecido fora da área. A jogada, porém, tinha outra consequência possível: a avaliação disciplinar sobre uma oportunidade clara de gol interrompida pela mão.

Chance clara de gol exige análise além da posição dos zagueiros

PC pede o retorno das imagens para observar o posicionamento de Pulgar e dos demais defensores. O comentarista procura mostrar o cenário no momento do toque, avaliando o que Rony poderia fazer se a bola não tivesse sido interrompida. A presença de jogadores atrás de Jorginho entra nessa análise.

A explicação rejeita a ideia de que a decisão se resume a identificar o último defensor. PC afirma que o critério é a possibilidade clara de o adversário fazer o gol. Por isso, a avaliação precisa considerar a distância, a direção da jogada, a possibilidade de domínio e a condição real dos jogadores de defesa de interferir.

Defensores afastados sustentam interpretação da expulsão

Na leitura de PC, os defensores do Flamengo estavam abertos e distantes do ponto da disputa. Embora houvesse jogadores atrás de Jorginho, eles não estariam em posição de impedir que Rony avançasse de frente para Rossi. A curta distância para o gol também foi citada como um elemento importante.

O comentarista entende que o toque de mão impede o atacante de controlar a bola em uma situação muito favorável. A expulsão é defendida a partir dessa combinação de fatores, e não apenas pelo número de atletas entre a jogada e o gol. Essa é a interpretação apresentada por PC ao avaliar a decisão de Daronco após a consulta.

Quase dez minutos de paralisação concentram a crítica

A bancada informa que a partida ficou parada por 9 minutos e 56 segundos. O tempo é apresentado no programa como a maior paralisação do VAR desde a implantação do sistema no Brasil, dado atribuído ao levantamento estatístico mencionado na conversa. PC mantém sua crítica à demora mesmo aprovando o resultado da revisão.

Segundo ele, a identificação do local do toque foi rápida. O problema teria ocorrido na continuidade da comunicação antes de chamar Daronco para avaliar a questão disciplinar. PC considera que o árbitro deveria ter sido convocado mais cedo, porque a decisão sobre a oportunidade clara de gol precisava passar pela análise de campo.

Experiência do VAR não impede cobrança por agilidade

PC lembra que Toski é um profissional experiente, com participação em Copa do Mundo, mas avalia que houve insegurança na condução da revisão. A crítica é direcionada à tomada de decisão e ao tempo de comunicação, em vez de uma reprovação automática da marcação realizada no fim do procedimento.

O comentarista separa a qualidade do desfecho da forma como o processo foi conduzido. Daronco mantém a interpretação de toque de mão, altera o local da falta e avalia a chance de Rony enfrentar o goleiro. A decisão é considerada correta por PC, enquanto a espera continua sendo tratada como injustificável.

Mansur identifica dois contatos e questiona o primeiro

Mansur apresenta outra dúvida ao observar o lance em câmera lenta. Na leitura dele, Jorginho toca a bola com o braço duas vezes. O primeiro contato acontece quando o jogador cai e a bola, movimentada por Rony, encontra sua mão, em uma situação que o comentarista considera difícil de evitar.

A pergunta procura esclarecer qual dos dois momentos sustenta a marcação. Mansur diz não compreender o primeiro contato como falta, mas reconhece que a segunda ação oferece outra possibilidade de interpretação. A discussão diferencia o choque inicial do movimento posterior, evitando tratar todos os contatos como se acontecessem de maneira idêntica.

PC diferencia braço de apoio e posição aberta na queda

PC responde que o braço só seria considerado de apoio, naquela interpretação, se estivesse em posição perpendicular ao solo. Para ele, Jorginho cai com o braço aberto e distante do corpo, sem a configuração que justificaria enquadrar o primeiro contato como simples sustentação no chão.

O analista ressalta que não está afirmando que o jogador simulou a queda. Sua leitura é de uma disputa normal com Rony, seguida de uma posição de braço que assume o risco do toque. PC considera o primeiro contato punível, acrescentando que parte da bola já está sobre a linha da área nesse momento.

Segundo movimento mantém uma diferença de leitura na bancada

Mansur insiste que o primeiro contato não lhe parece suficiente para caracterizar a falta. Já na continuação, vê um movimento que pode ser entendido como uma ação sobre a bola, ainda que reflexa ou involuntária. A avaliação não se confunde com uma afirmação de intenção deliberada do volante.

PC reconhece que há um movimento posterior, mas mantém sua conclusão sobre o contato inicial. A divergência mostra que a discussão não está apenas no local da infração. Os participantes também analisam como o braço se comporta durante e depois da queda, chegando a leituras diferentes sobre o primeiro momento da sequência.

Tripla punição vira pergunta sobre manutenção do cartão vermelho

A segunda dúvida de Mansur envolve a chamada tripla punição. Ele pergunta por que a existência de disputa de bola não permitiria reduzir a consequência disciplinar. A questão busca explicar ao público por que um pênalti acompanhado de expulsão pode ser mantido mesmo em uma jogada iniciada com dois atletas disputando a posse.

PC responde que, na explicação aplicada ao lance, a infração de mão não entra na redução mencionada. O pênalti não leva automaticamente à troca do vermelho pelo amarelo. O comentarista diferencia a natureza do toque de mão de outros tipos de falta cometidos na tentativa de jogar a bola.

Analista cita faltas que podem ter punição reduzida

Para tornar a diferença mais clara, PC usa exemplos de infração imprudente durante uma tentativa de disputar a bola. Ele menciona situações em que o jogador calça ou toca o adversário e comete pênalti ao interromper uma chance clara. Nessas condições descritas, a punição pode ser reduzida para cartão amarelo.

A explicação também apresenta ações que não entram nessa redução, como empurrar sem disputar a bola, cometer uma entrada de jogo brusco grave ou praticar uma infração de mão. PC coloca o lance de Jorginho nesse último grupo, sustentando a manutenção da consequência disciplinar mais grave depois da revisão.

Jogada ensaiada do Santos antecede o pênalti em Gabigol

A análise passa então ao segundo pênalti marcado a favor do Santos. PC avalia que o Flamengo foi surpreendido por uma cobrança rápida e ensaiada. Gabigol se movimenta por trás de Luiz Araújo, que demora a reagir à passagem do atacante santista na direção da jogada.

O comentarista explica que chegou a observar um possível contato na parte superior do corpo, mas identifica a infração embaixo. O ponto destacado é o toque no pé direito de Gabigol durante a passada. Essa ação, segundo sua leitura, é suficiente para caracterizar a falta, mesmo sem um choque forte por cima.

Contato é considerado leve, mas suficiente para a falta

PC observa que Gabigol não fez esforço para continuar depois de sentir o contato, mas entende que o atacante foi efetivamente calçado. O analista descreve Luiz Araújo como um jogador que chega por trás, surpreendido pela movimentação, e acaba tocando o adversário na tentativa de disputar a bola.

O segundo pênalti também é aprovado por PC, que classifica a infração como leve e imprudente. A avaliação concentra-se no efeito do toque sobre a passada, em vez de exigir uma ação mais forte para justificar a marcação. O comentário encerra a análise dos dois lances com aprovação das penalidades.

Áudio da revisão é citado como informação ainda aguardada

No encerramento, o vídeo menciona a expectativa de divulgação do áudio do VAR para esclarecer quais elementos receberam maior atenção na análise do primeiro lance. Essa conversa da equipe de arbitragem ainda não aparece no material apresentado, e o encerramento mantém a referência ao que poderia ser explicado posteriormente.

O balanço da discussão reúne aprovação das decisões por PC, dúvida de Mansur sobre o primeiro contato da mão e crítica ao tempo de revisão. A espera de 9 minutos e 56 segundos permanece como o principal problema apontado na condução do procedimento, mesmo com a defesa do pênalti e da expulsão no desfecho.

Assista ao vídeo

Assista à análise dos lances de Santos e Flamengo no canal Diversos FC.

Na sua opinião, a explicação de PC esclarece a expulsão de Jorginho ou a dúvida sobre os dois contatos com a mão ainda merece mais discussão? Deixe sua opinião nos comentários.

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