Lucas Paquetá foi escolhido para substituir Arrascaeta na criação do Flamengo contra o Santos. O uruguaio fraturou o punho durante a Data Fifa e passou por cirurgia. Segundo informações do pré-jogo, a recuperação foi estimada em seis a oito semanas, com ausência prevista em outubro, incluindo as semifinais da Libertadores.
Lucas Paquetá foi a escolha de Leonardo Jardim para ocupar a função de Arrascaeta no Flamengo diante do Santos, na Vila Belmiro. O uruguaio fraturou o punho durante um compromisso da seleção e passou por cirurgia, com previsão inicial de seis a oito semanas de recuperação, segundo as informações apresentadas antes da partida.
A situação foi detalhada no pré-jogo do Premiere, publicado pelo canal ge tv em 8 de outubro de 2026, para o confronto da 29ª rodada do Brasileirão. A cobertura apontou a ausência prevista do camisa 10 durante outubro e apresentou a tentativa de prepará-lo para uma eventual final da Libertadores, sem garantir sua recuperação até essa data.
Lesão acontece durante compromisso do Uruguai na Ásia
Arrascaeta se machucou durante a Data Fifa, na turnê da seleção uruguaia pela Ásia. A transmissão situou o problema no amistoso contra a Coreia do Sul e informou que houve uma fratura no punho. O jogador passou por cirurgia e deixou de estar disponível para o retorno do Flamengo ao Campeonato Brasileiro.
A ausência afeta a principal referência de criação do meio-campo rubro-negro. No pré-jogo, a equipe de transmissão destacou tanto a capacidade de encontrar passes quanto a movimentação do uruguaio perto da área adversária. A solução escolhida por Jardim preservava um jogador de características ofensivas naquela região, mas exigia outra distribuição das funções.
Paquetá fica centralizado à frente de Pulgar e Jorginho
O repórter Fábio Juppa confirmou Paquetá como o substituto para aquele primeiro compromisso sem Arrascaeta. A formação previa o brasileiro mais avançado, na articulação, com Pulgar e Jorginho nas primeiras funções do meio-campo. Pedro continuava como referência central do ataque, acompanhado por Samuel Lino e Carrascal.
Paquetá também havia sido o nome mais votado pelos torcedores em uma enquete mencionada durante a cobertura. A coincidência foi comentada pela equipe, mas a escalação foi apresentada como decisão de Leonardo Jardim. O brasileiro assumia a função de camisa 10 usando a camisa 11, conforme a descrição da formação rubro-negra na entrada dos times.
Carrascal e Samuel Lino oferecem outras opções de criação
Alexandre Lozetti observou que o Flamengo entraria com três jogadores capazes de atuar como articuladores atrás do centroavante. Paquetá ocuparia o centro, enquanto Carrascal, partindo da direita, poderia se aproximar por dentro. O colombiano já havia desempenhado aquela função e foi lembrado como uma alternativa para a posição de Arrascaeta.
Samuel Lino também foi citado por ter atuado centralizado em outro período de ausência do uruguaio, antes da Copa do Mundo. A análise destacou que o atacante mantivera bom rendimento naquela experiência. A expectativa era que a combinação entre os três oferecesse soluções, sem exigir que um deles reproduzisse sozinho toda a maneira de jogar do camisa 10.
Comentarista destaca uma característica difícil de substituir
Lozetti ressaltou a capacidade de Arrascaeta de circular pelo campo ofensivo e encontrar passes em espaços pequenos. Na avaliação do comentarista, o uruguaio tem uma familiaridade particular com aquela região, oferecendo uma forma de criação que o Flamengo não encontra de maneira idêntica em outro integrante do elenco.
A análise distingue qualidade de reposição e igualdade de características. O comentarista afirmou que o clube possuía excelentes soluções, mesmo sem um jogador com a mesma capacidade de improvisação. Paquetá aparecia como resposta forte para a função, enquanto a ausência de Arrascaeta ainda exigia adaptações nas combinações e na ocupação dos espaços.
Prazo de seis a oito semanas alcança jogos de outubro
A previsão inicial apresentada para o retorno de Arrascaeta era de seis a oito semanas. Juppa informou que o camisa 10 ficaria fora durante todo o mês de outubro, período com sete compromissos citados na cobertura. O calendário incluía cinco partidas do Campeonato Brasileiro e duas semifinais da Libertadores.
As duas partidas continentais foram anunciadas como confrontos contra o Estudiantes. O prazo colocado no pré-jogo atingia, portanto, uma disputa eliminatória importante, além da sequência de defesa da liderança nacional. A informação foi apresentada como estimativa de recuperação, sem transformar uma data futura de retorno em certeza médica ou esportiva.
Eventual final da Libertadores aparece como objetivo de recuperação
A transmissão também citou os jogos de novembro contra Grêmio, Athletico-PR e Palmeiras, nessa ordem. A sequência vinha antes de uma possível decisão da Libertadores em 28 de novembro. Fluminense e Palmeiras foram mencionados como os adversários possíveis caso o Flamengo alcançasse a final.
Segundo a cobertura, o clube trabalhava para ter Arrascaeta em condições nesse eventual compromisso. O objetivo dependia de duas etapas diferentes: a classificação da equipe e a evolução da recuperação do jogador. A final era uma possibilidade esportiva, e a presença do uruguaio também permanecia condicionada, sem confirmação de participação na data indicada.
Aproveitamento cai de 70% para 55,6% sem o uruguaio
O pré-jogo apresentou um recorte da temporada com 35 partidas oficiais em que Arrascaeta esteve em campo e 18 sem ele. Com o meia, o aproveitamento do Flamengo era de 70%. Na ausência do jogador, o índice informado caía para 55,6%, mostrando uma diferença entre os resultados dos dois grupos de jogos.
Lozetti acrescentou uma ressalva: parte do período sem Arrascaeta coincidiu com outros desfalques relevantes. Paquetá e Jorginho também não estavam disponíveis em determinados momentos, segundo a análise. O comentarista apontou que a soma das ausências ajudava a explicar a queda, evitando atribuir toda a diferença apenas ao camisa 10.
Arrascaeta reunia nove gols e cinco assistências
Juppa informou que Arrascaeta tinha nove gols e cinco assistências na temporada de 2026. O uruguaio foi apresentado como o terceiro artilheiro do elenco e o jogador com mais passes para gol naquele momento. Os números ampliavam a dimensão do problema para além da organização das jogadas no meio-campo.
A reposição envolvia criação e participação direta nos gols. O Flamengo precisava manter a capacidade de aproximar a bola de Pedro e dos demais atacantes, mas também compensar as entradas do próprio Arrascaeta em posição de finalizar. O recorte foi apresentado no contexto daquele pré-jogo, antes de a solução com Paquetá ser testada contra o Santos.
Danilo substitui Léo Ortiz em outra mudança importante
O Flamengo também não contou com Léo Ortiz, liberado para acompanhar o nascimento da filha. O zagueiro permaneceu no Rio de Janeiro, e Danilo foi confirmado ao lado de Léo Pereira. A troca modificava a defesa ao mesmo tempo em que o time reorganizava o setor de criação.
Nas laterais, a formação tinha Emerson Royal pela direita e Alex Sandro pela esquerda. Varela havia se reapresentado da Data Fifa apenas no dia anterior e foi preservado. Ayrton Lucas estava em recuperação de uma lesão muscular, compondo a lista de situações que influenciavam as opções disponíveis para Jardim.
Pedro e Samuel Lino são confirmados após retorno da seleção
Pedro e Samuel Lino também estiveram com a seleção brasileira na Data Fifa e passaram por avaliação antes da definição do time. A cobertura informou que os dois se reapresentaram na terça-feira pela manhã, treinaram na terça e na quarta e viajaram com a delegação para Santos.
Os dois foram confirmados na escalação, mantendo opções importantes para o ataque. A transmissão lembrou que Lino havia marcado duas vezes pela seleção e Pedro, uma. A presença deles permitia ao Flamengo preservar a referência central e a força pela esquerda, mesmo com a mudança na função que seria ocupada por Arrascaeta.
Jardim recebe elogios pela liberdade dada a Samuel Lino
Lozetti classificou Samuel Lino como o principal destaque individual do Campeonato Brasileiro até aquele momento, em uma avaliação pessoal apresentada durante o programa. O comentarista relacionou o crescimento do atacante à liberdade oferecida por Jardim, com mais espaço para circular e participar além do corredor lateral.
A cobertura também ouviu Edivaldo, pai do jogador, nos arredores da Vila Belmiro. Ele comemorou os gols do filho pela seleção e contou que havia conversado com Lino antes da partida. O relato familiar acompanhou a expectativa pelo retorno do atacante ao Flamengo, em uma fase descrita pela transmissão como muito positiva.
Flamengo volta após 17 dias e 11 sessões de treino
O jogo contra o Santos marcava o retorno rubro-negro depois de 17 dias sem partidas. Nesse intervalo, os jogadores tiveram seis dias de folga, e a comissão técnica realizou 11 sessões de treinamento. O período foi usado para recuperação física e revisão de questões táticas e de dinâmica do time.
Segundo Juppa, Jardim e os atletas esperavam repetir o bom retorno que haviam tido em uma pausa anterior. O intervalo ofereceu tempo de trabalho, mas o reencontro com o campeonato já trazia mudanças relevantes. A escalação precisava responder à ausência de Arrascaeta e a outras situações individuais dentro de um compromisso fora de casa.
Santos chega em crescimento e com Neymar no banco
O adversário vinha de seis vitórias e um empate nos últimos sete jogos do Campeonato Brasileiro. No recorte do returno apresentado pela transmissão, Santos e Flamengo somavam 20 pontos cada, com seis vitórias, dois empates e uma derrota. O momento santista reforçava a exigência do teste para a formação rubro-negra.
Coutinho foi confirmado como titular, enquanto Neymar retornava à relação depois de uma lesão e começava no banco. Gabigol comandava o ataque santista. A cobertura apresentou o Santos em recuperação, com Cuca encontrando uma formação capaz de aproveitar reforços e aproximar o time da disputa por posições mais altas na classificação.
Liderança rubro-negra vem acompanhada de cobrança por desempenho
O Flamengo entrava na rodada com 60 pontos, à frente do Palmeiras, que tinha 57. A transmissão informou que a equipe manteria a liderança ao fim daquela rodada mesmo em caso de derrota. O melhor ataque do campeonato também era rubro-negro, com 55 gols marcados até o momento apresentado no pré-jogo.
Jardim afirmou que queria manter a identidade da equipe e se impor diante de um Santos em boa sequência. A resposta imediata para a ausência de Arrascaeta era Paquetá centralizado, com Carrascal, Samuel Lino e Pedro no setor ofensivo. O planejamento para as semanas seguintes permanecia ligado à adaptação do time e à recuperação do uruguaio.
Assista ao vídeo
Assista ao pré-jogo de Santos x Flamengo no canal ge tv.
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