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Paquetá voltou à camisa 11 do Flamengo após saída de Cebolinha: a sequência da troca

O meia retornou em janeiro com a 20 e retomou o número que usara em 2018 quando a 11 ficou livre. Entenda a mudança sem confundi-la com troca de posição.

Lucas Paquetá, de camisa do Flamengo, conversa ao pé do ouvido na mesa da entrevista de apresentação no clube
Lucas Paquetá na entrevista de apresentação ao Flamengo, em 2 de fevereiro de 2026. Arquivo; não mostra a camisa 11. Foto: Flamengo (Flickr oficial); direitos reservados. Origem, direitos reservados, reprodução editorial. Redimensionada; corte de exibição adaptado à tela.

Lucas Paquetá voltou a vestir a camisa 11 do Flamengo em setembro de 2026, depois que Everton Cebolinha saiu para o Santos. O meia havia sido anunciado em janeiro com a 20. A troca retoma uma numeração que ele usou na primeira passagem pelo time principal, sem que o número, por si só, determine onde o técnico o escala.

O anúncio de retorno feito pelo clube informava a camisa 20 e lembrava que Paquetá já havia usado a 11 em 2018. O comunicado da saída de Cebolinha explica por que a 11 ficou disponível. A cobertura da mudança em 12 de setembro registra a retomada do número.

Janeiro de 2026

Paquetá retorna ao Flamengo com a 20.

9 de setembro

Cebolinha deixa o clube para o Santos.

Setembro

Paquetá passa a vestir a 11.

Lucas Paquetá na chegada ao Flamengo em janeiro de 2026, antes da troca para a camisa 11
Paquetá na chegada ao Flamengo, em janeiro de 2026, quando foi anunciado com a 20. Foto: Gilvan de Souza / Flamengo, via Flickr oficial do clube. A imagem é anterior à troca de número.

Por que a 11 já fazia parte da história dele

A relação de Paquetá com o número começou antes da primeira saída para a Europa. Segundo o histórico publicado pelo Flamengo quando anunciou o retorno, ele foi titular da Copinha de 2016 com a 11. Em 2018, herdou a numeração no time profissional depois da saída de Federico Mancuello. Naquele ano, terminou como artilheiro rubro-negro no Brasileiro, ainda conforme o clube. O novo uso da camisa, portanto, retoma uma fase identificável da carreira, e não um número escolhido ao acaso em setembro.

No retorno em janeiro de 2026, o Flamengo apresentou Paquetá com a 20 e contrato até dezembro de 2030. O clube ligou a escolha da 20 à memória de Vinícius Júnior. Quando Cebolinha saiu em 9 de setembro, a 11 ficou disponível. A ficha atual do atleta no site do Flamengo já o identifica com a 11. São três registros em momentos diferentes que permitem reconstruir a mudança sem depender de uma foto de uniforme fora de contexto.

O que o número conta e o que não conta

Camisas carregam memória para o torcedor. A 11 conecta duas fases da carreira rubro-negra de Paquetá; a 20 fora escolhida no retorno como referência à ligação com Vinícius Júnior. Esse simbolismo é real, mas não é informação tática. Para saber a função em campo, é preciso consultar a formação e a partida, não deduzi-la do uniforme.

Também não há relação automática entre camisa e função. A 11 pertenceu a um atacante de lado antes de voltar a Paquetá, que atua no meio e em zonas ofensivas conforme a partida. Para saber sua posição numa noite específica, é preciso observar escalação, organização do time e os minutos em campo. A numeração não é prova de mudança tática de Leonardo Jardim.

O próximo encontro previsto com o Santos pode tornar a troca visível porque Cebolinha estará do outro lado, mas isso não confirma que ambos jogarão. Confira os dados já indicados pela CBF para a partida. A fotografia acima é da chegada de Paquetá com a 20, meses antes de ele voltar a usar a 11.

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