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O que o Flamengo pediu à Conmebol no caso Marcos Rojo e como fica a final da Libertadores?

O que o Flamengo pediu à Conmebol no caso Marcos Rojo e o que muda na final da Libertadores. Veja o histórico da inscrição e o precedente do Santos.

O que o Flamengo pediu à Conmebol no caso Marcos Rojo e como fica a final da Libertadores?
Imagem da reportagem «Footy Times» (footytimes.com). Foto: Reprodução/footytimes.com. Origem, direitos reservados, reprodução editorial. Redimensionada; corte de exibição adaptado à tela.

O Flamengo pediu à Conmebol que analise a regularidade da escalação de Marcos Rojo na semifinal da Libertadores e decida o caso antes da final. A reclamação veio depois da eliminação nos pênaltis, e o Estudiantes mantém por ora a classificação conquistada em campo.

O que o Flamengo pediu à Conmebol

Em nota divulgada no sábado, 24 de outubro, o clube explicou o pedido. O Flamengo quer que a Conmebol examine se Rojo podia ter jogado e que o caso seja decidido antes da final, prevista para sábado, 28 de novembro, no Estádio Centenario, em Montevidéu.

A reclamação foi apresentada depois da semifinal, que terminou sem gols no tempo normal e foi decidida nos pênaltis. Segundo o clube, ela busca aplicar as mesmas regras a todos. Um trecho da nota diz: "Não se trata de buscar resultado fora de campo". A matéria sobre o tapetão, Rojo, Conmebol e o TAS traz o início da história.

Cena de reportagem: o que o Flamengo pediu à Conmebol no caso Marcos Rojo e o que acontece com a final da Libertadores?, no trecho “Por que a inscrição de Rojo é questionada”
Reprodução/abcdoabc.com.br. Fonte

Por que a inscrição de Rojo é questionada

Rojo foi contratado recentemente pelo Estudiantes. Em 9 de outubro, o clube argentino pediu a inscrição dele na Libertadores, depois do fim da janela de transferências na Argentina. A Conmebol recusou duas vezes, após consultar a Fifa, porque Rojo já tinha sido inscrito no campeonato argentino fora do prazo.

O Estudiantes recorreu ao tribunal esportivo (TAS/CAS) e obteve uma liminar provisória para escalá-lo no jogo de volta, no Maracanã. Foi o que permitiu a presença do zagueiro, como relata a matéria sobre Marcos Rojo ter atuado contra o Flamengo.

O argumento do Flamengo e o precedente do Santos

O clube diz que não iniciou o procedimento e que só entrou no caso depois do recurso do Estudiantes ao TAS/CAS, sendo incluído no processo em 16 de outubro. Afirma também que avisou o tribunal e o adversário, antes do jogo, que apresentaria reclamação se Rojo fosse escalado.

O Flamengo sustenta que a autorização provisória do CAS não afastou possíveis consequências esportivas e disciplinares da decisão final, e que o Estudiantes assumiu esse risco.

Como precedente, cita o Santos em 2018. Depois da ida das oitavas contra o Independiente, o time argentino alegou que Carlos Sánchez estava irregular. A Conmebol abriu julgamento e puniu o Santos, que tinha vencido a ida por 3 a 0 e acabou eliminado após novo empate sem gols.

O que acontece agora

O caso ainda depende de decisão da Conmebol e dos órgãos competentes. Enquanto isso, o Flamengo segue no Brasileirão, onde joga contra o Vasco na quinta-feira, às 20h, e tem a Libertadores de 2027 garantida.

Fonte: abcdoabc.com.br.

Leia também: Flamengo tem direito ao W.O. no caso Marcos Rojo? Veja o ponto que decide a resposta; Flamengo briga no CAS por Marcos Rojo e pode reverter a eliminação na Libertadores; Flamengo pode ir à final da Libertadores este ano ou só em 2027, e o tribunal decide.

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