O Flamengo caiu nos pênaltis para o Estudiantes e deixou a Libertadores sem vencer nenhum dos dois jogos. Foram dois empates por 0 a 0, um em La Plata e outro no Rio. Jorginho, Paquetá e Bruno Henrique erraram as cobranças decisivas.
O placar zerado conta só parte da história. Segundo o ge, o time quase não criou chances em nenhum dos dois confrontos.
O que deu errado no ataque do Flamengo
A única grande chance veio com Plata, já no fim da segunda etapa. Antes disso, quase nada. Pedro apareceu bem duas vezes no Rio, mas sumiu no resto do jogo. No primeiro duelo, Bruno Henrique quase não apareceu.
Os pontas não funcionaram e os meio-campistas também não. Léo Pereira insistiu em cruzamentos sem destino. Os argentinos fecharam os espaços e deixaram o tempo passar. O time ficou com a bola, mas faltou criatividade.
Por que um time favorito pelo investimento ficou tão longe do gol? Parte da resposta está no banco. O treinador demorou a mexer na equipe. Ele começou com Pedro no lugar de Bruno Henrique e manteve Paquetá como camisa 10. Não funcionou.
Como o jogo mudou no segundo tempo
Aos quatro minutos do segundo tempo, Baltasar Rodríguez foi expulso pelo Estudiantes. Mesmo com um a mais, o Flamengo não conseguiu pressionar.
A primeira mudança aconteceu só aos 18 minutos, com Arrascaeta na vaga de Carrascal. O time só se abriu de verdade aos 35. Saíram Pulgar, Lino e Alex Sandro, e entraram Bruno Henrique, Plata e Ayrton Lucas. Logo depois veio a chance mais clara da partida, com Plata.
O que muda para o torcedor
- Quem ficou pelo caminho: o Flamengo, nos pênaltis, depois de dois 0 a 0 com o Estudiantes.
- O que pesou nos pênaltis: Jorginho, Paquetá e Bruno Henrique erraram os chutes.
- Próximo foco: segundo o ge, a eliminação deixa o Brasileirão como uma obrigação ainda maior.
Um histórico que pesa
Dos seis confrontos contra o Estudiantes nos últimos dois anos, segundo o ge, o Flamengo só jogou bem de verdade uma vez. Isso mostra que o problema não nasceu nesta semifinal. O time não conseguiu ler e prever o jogo melhor que o adversário, e os argentinos anularam as principais armas rubro-negras.
Agora a pergunta é outra: a atuação contra o Bahia no fim de semana precisa virar regra e não exceção. Se o ataque voltar a criar chances, a crítica do ge perde força. Se não, o problema segue na mesa.
Fonte: ge.



