O Clube de Regatas do Flamengo foi eliminado da Libertadores nos pênaltis pelo Estudiantes de La Plata, na quinta-feira (22), no Maracanã. Segundo o ge, o time argentino era tecnicamente inferior, anulou o poderio rubro-negro e agora enfrenta o Palmeiras na final.
Os números parecem contar outra história. O Flamengo teve a bola: trocou mais de 600 passes, três vezes mais que o Estudiantes, e em um momento do jogo ficou com um jogador a mais. Mesmo assim, cada time chutou duas vezes a gol. Nenhuma dessas finalizações foi suficiente para mexer no placar.
- Quem caiu: Flamengo, nos pênaltis.
- Quem segue: Estudiantes, para a final contra o Palmeiras.
- Passes: mais de 600 do Flamengo, três vezes o total do Estudiantes.
- Finalizações a gol: duas para cada lado.
Por que o Flamengo foi eliminado da Libertadores com a bola
Posse não é gol. O Estudiantes segue uma escola de futebol que faz parte da identidade do clube, com raízes nos tempos de Carlos Bilardo. A defesa se fecha, e o ataque procura o centroavante assim que a bola chega à área.

O Flamengo, do outro lado, trocou passes sem achar o espaço que precisava. Por isso o volume não virou chance clara. O ge diz que o time argentino subverte a hierarquia financeira do continente, e no Maracanã isso ficou visível. A conta do jogo acabou nos pênaltis, onde o Estudiantes levou a melhor.
Como o Estudiantes travou o Flamengo no Maracanã
O texto do ge lembra que o time de Cacique Medina fez o mesmo no primeiro jogo da série, com o Flamengo sem conseguir espaço. Ou seja, o plano não foi improviso.
O histórico ajuda a entender o time. Em 2009, o Estudiantes venceu a Libertadores, a última vez que um clube argentino levantou a taça, segundo o ge. No Mineirão, Juan Sebastián Verón deu uma aula de meio-campo, e o goleiro Fernando Muslera defendeu três pênaltis contra o Cruzeiro.
O que muda para o torcedor do Flamengo
Se você torce pelo Flamengo, a notícia tem um lado prático. O rubro-negro fica fora da final da Libertadores, e a decisão será entre Estudiantes e Palmeiras. Ainda não se sabe o que a eliminação muda no resto da temporada, e a fonte não trata desse ponto.
A bola andou, mas não chegou ao gol. Os 600 passes e o jogador a mais existiram, e o placar não acompanhou o volume. Para entender a eliminação, basta olhar para os números e para o plano do adversário. O Flamengo teve a bola. O Estudiantes teve a chance de decidir nos pênaltis, e decidiu. O Estudiantes fez o que sabe fazer, e isso bastou.
Fonte: ge.



