Pedro e Samuel Lino, do Flamengo, entraram juntos no segundo tempo do 1 a 1 do Brasil com a Austrália, em Townsville, e jogaram cerca de meia hora, sem gol nem assistência.
Atualização em 25/09/2026: entraram a avaliação da dupla por Lance, UOL e Coluna do Fla, os números individuais publicados pelo Lance e o que Ancelotti disse na coletiva sobre as mudanças.
O amistoso abriu o novo ciclo da Seleção de Carlo Ancelotti rumo à Copa de 2030 e terminou empatado na manhã desta sexta-feira, 25 de setembro. A Austrália abriu o placar com Nestory Irankunda aos 22 do segundo tempo, e Rayan empatou no último lance, aos 49, segundo o lance a lance do ge. A bola rolou às 7h de Brasília, 20h no horário local, no Queensland Country Bank Stadium, como informou a CBF na véspera.
O primeiro tempo terminou 0 a 0, com um gol de Estêvão anulado pelo VAR no fim da etapa, segundo o ge, e com o estado do gramado chamando atenção desde o início. O ge publicou texto próprio sobre o campo do estádio, que passou por manutenção até pouco antes do jogo. O time titular teve Endrick e Vinicius Júnior no ataque, e foi nessas duas vagas que Ancelotti colocou os jogadores do Flamengo.
Quanto tempo Pedro e Samuel Lino jogaram
Os dois começaram no banco. Samuel Lino, com a camisa 22, entrou no lugar de Vinicius Júnior aos 19 do segundo tempo. Segundos depois, Pedro, com a 19, substituiu Endrick. A ficha da ESPN registra as duas trocas no mesmo momento da partida, junto com a entrada de Douglas Luiz pouco antes.
A conta de tempo em campo é da Redação, feita com os horários do lance a lance do ge: entre as substituições e o último lance, registrado aos 49 do segundo tempo, passaram cerca de 30 de jogo para cada um. Os dois entraram com o placar ainda em 0 a 0 e o gol australiano saiu três depois.
O que a dupla do Flamengo fez em campo
Nenhum dos dois marcou nem deu a assistência: a bola do gol de Rayan partiu de Raphinha, segundo o ge. No lance a lance do site, Pedro aparece em quatro jogadas e Samuel Lino em três, todas na fase de pressão brasileira depois do 1 a 0 australiano. Nenhuma delas terminou em finalização dos dois no gol.
O retrato do jogo ajuda a entender o papel dos reservas. Pela ESPN, o Brasil teve 65% de posse e 16 finalizações, 5 no alvo; a Austrália finalizou 7 vezes, 2 no alvo. A dupla do Flamengo entrou justamente na fase de maior domínio brasileiro, sem conseguir transformar a posse em gol.
Como a imprensa avaliou a entrada da dupla
O Lance resumiu a noite no título da análise sobre os dois rubro-negros: atuações apagadas em jogo ruim do Brasil. Para o site, os dois saíram do banco e, como o resto da equipe, não conseguiram ter grande impacto.
O UOL foi na mesma linha ao tratar as trocas de Ancelotti no ataque, com Pedro, Samuel Lino e Rayan no lugar do trio inicial. No relato do jogo, o portal escreveu que as mudanças não surtiram efeito e que a equipe seguiu sem criatividade.
A leitura mais favorável a Lino veio da Coluna do Fla: o ponta, segundo o site, demonstrou personalidade e criou algumas chances ofensivas. Nenhum dos três deu nota numérica aos dois.
Os números de Samuel Lino e Pedro
O Lance publicou os dados individuais. Samuel Lino teve 30 ações com a bola e acertou 21 dos 24 passes, 88% de aproveitamento, 17 deles no campo adversário. Completou o único drible que tentou, fez 14 conduções, três progressivas, e perdeu a posse oito vezes, sem finalizar nem criar chance clara.
Pedro teve três ações com a bola, segundo o mesmo levantamento: duas tentativas de passe, uma certa, e uma interceptação. Não finalizou e perdeu os três duelos pelo alto que disputou, quando o Brasil já buscava mais a bola aérea.
O Lance conta 25 minutos em campo para a dupla. A conta da Redação, feita com o lance a lance do ge e incluindo os acréscimos até o gol de Rayan, chega a cerca de 30.
O que Ancelotti disse sobre as mudanças
Na coletiva depois do jogo, transmitida no canal da CBF no YouTube, Ancelotti não citou Pedro nem Samuel Lino. Falando em português misturado com espanhol, tratou as trocas como parte de um período de testes e pediu paciência ao torcedor.
Disse que a prioridade é dar minutos a quem joga menos e a jovens com potencial, e citou Endrick e Estêvão. Para o jogo de terça, em Brisbane, avisou que o time vai mudar um pouco, não muito, para dar minutos a outros jogadores.
Como fica o retrospecto contra a Austrália
Antes do jogo, a CBF contava seis vitórias, um empate e uma derrota contra os australianos, com 21 gols marcados e apenas um sofrido. Somando o 1 a 1 de Townsville, a conta da Redação passa a nove jogos: seis vitórias, dois empates, uma derrota, 22 gols a favor e dois contra.

Os próximos jogos antes da volta ao Flamengo
A Seleção reencontra a Austrália em 29 de setembro, no Suncorp Stadium, em Brisbane, e fecha a série contra a Índia em 3 de outubro, no Estádio Salt Lake, em Calcutá, segundo a programação divulgada pela CBF.
O Flamengo volta a jogar em 8 de outubro, contra o Santos, na Vila Belmiro. Entre o jogo em Calcutá e esse compromisso são cinco dias, com a viagem da Índia ao Brasil no meio. O prazo que a FIFA dá ao clube para reaver os dois está explicado na matéria sobre o Anexo 1, e as datas completas da convocação, na matéria sobre a lista de Ancelotti.



