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Flamengo que caiu nos pênaltis viu Bruno Henrique recusar cobrança e Carrascal assumir

Por que Carrascal bateu o pênalti do Flamengo contra o Atlético-MG? Bruno Henrique recusou e Pulgar contou os bastidores da decisão.

Flamengo que caiu nos pênaltis viu Bruno Henrique recusar cobrança e Carrascal assumir
Imagem da reportagem «Recusa de Bruno Henrique e conversa com Pulgar: como foi a decisão de Carrascal bater o pênalti no Flamengo» (ge). Foto: Reprodução/ge.globo.com. Origem, direitos reservados, reprodução editorial. Redimensionada; corte de exibição adaptado à tela.

Carrascal bateu o pênalti da vitória do Flamengo por 3 a 2 sobre o Atlético-MG porque pediu a bola e porque Bruno Henrique, consultado por Pulgar, disse que não ia cobrar. A decisão de quem bateria o pênalti saiu de uma conversa rápida dentro de campo, no último minuto do jogo.

O lance veio depois de uma falta em Léo Pereira. Pulgar pegou a bola para proteger a marca da cobrança, e foi nesse instante que Carrascal se aproximou.

Como foi a conversa entre Pulgar, Carrascal e Bruno Henrique

Segundo Pulgar, Carrascal chegou dizendo que estava confiante e queria bater. O chileno respondeu que esperasse, porque ia falar antes com Bruno Henrique para saber a opinião dele.

Bruno Henrique foi direto: não ia cobrar. Com a resposta, Pulgar liberou o colombiano, que converteu.

O contexto pesava. Na quinta-feira anterior, o Flamengo havia sido eliminado nos pênaltis pelo Estudiantes. Bruno Henrique e Paquetá, que perderam chances naquela decisão, estavam em campo contra o Atlético-MG. Entre os dois, só o atacante foi procurado para a cobrança, e ele preferiu não bater.

Pulgar disse que ficou muito feliz com o gol de Carrascal. Para ele, o colombiano é um grande jogador, se dedica bastante e tem peso no grupo.

Cena de reportagem: carrascal faz Flamengo atingir marca indesejável no Brasileirão, no trecho “Carrascal entrou no segundo tempo e resolveu”
Reprodução/lance.com.br. Fonte

Carrascal entrou no segundo tempo e resolveu

Carrascal começou o jogo no banco e entrou no segundo tempo, na vaga de Plata. Quem acompanha o elenco já viu o nome dele em outros momentos decisivos, como no jogo contra o Fluminense, quando Pedro, Bruno Henrique e Carrascal dividiram as chances.

Bruno Henrique, por sua vez, vive uma fase de números grandes no clube. Ele passou dos 600 jogos de carreira no Flamengo e aparece no ranking dos artilheiros da história rubro-negra. Recusar uma cobrança, portanto, não diz nada sobre o peso dele no time, e sim sobre o momento depois da eliminação.

Um jogo bom, mas estranho, nas palavras de Pulgar

O Flamengo foi superior no primeiro tempo e criou várias chances, mas saiu atrás. Buscou a virada, só que caiu de rendimento na etapa final, levou o empate e precisou do pênalti em Léo Pereira para vencer.

Pulgar admitiu os problemas. Disse que foi um jogo bom da equipe, mas estranho, com situações em que o time entregou a bola ao adversário. Para ele, o grupo pode ficar mais bem posicionado e mais concentrado nos pequenos detalhes que tornam simples uma partida difícil. Atribuiu a queda no segundo tempo ao cansaço e destacou a ajuda da torcida.

Com a vitória, o Flamengo chegou a 70 pontos e segue na liderança do Brasileirão, um ponto à frente do Palmeiras.

Cena de reportagem: atuações ENM: Bruno Henrique tem partida discreta e Carrascal se destaca em  empate do Flamengo, no trecho “O que vem pela frente”
Reprodução/tribunadosertao.com.br. Fonte

O que vem pela frente

O próximo compromisso é na quinta-feira, contra o Vasco, no estádio Nilton Santos, às 20h. O clássico será o primeiro teste para ver se o time corrige a queda física e a desatenção que Pulgar apontou. Quem ficar encarregado de uma eventual cobrança de pênalti ainda é uma pergunta aberta.

Fonte: ge.

Leia também: Atlético-MG empata no segundo tempo e perde para o Flamengo por pênalti no último minuto.

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