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Ginástica do Brasil fica em 5º, mas ainda pode chegar a Los Angeles pelo próximo Mundial

Brasil ficou em 5º por equipes no Mundial de ginástica com Rebeca, Flávia e Lorrane, do Flamengo, e precisa buscar vaga olímpica em 2027.

Ginástica do Brasil fica em 5º, mas ainda pode chegar a Los Angeles pelo próximo Mundial
Imagem da reportagem «Home» (cob.org.br). Foto: Reprodução/cob.org.br. Origem, direitos reservados, reprodução editorial. Redimensionada; corte de exibição adaptado à tela.

A seleção brasileira feminina terminou em quinto lugar por equipes no Mundial de Ginástica Artística, em Roterdã, na quarta-feira, 21 de outubro, com 159,730 pontos. O resultado deixou o Brasil sem vaga direta para os Jogos de Los Angeles 2028, e a classificação agora depende do Mundial de 2027. Três das cinco atletas da equipe são do Flamengo: Rebeca Andrade, Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira. A jovem Gabi Bouças, também rubro-negra, foi reserva.

Como o Brasil chegou ao quinto lugar

O time havia se classificado em oitavo na fase qualificatória, a última posição que garantia lugar na final. Na decisão, subiu três posições. China levou o ouro com 165,764, os Estados Unidos ficaram com a prata, com 165,531, e o Japão com o bronze, com 164,063, voltando ao pódio depois de 60 anos. A França ficou em quarto, com 161,130, acima do Brasil.

Só China, Estados Unidos e Japão garantiram vaga direta para Los Angeles 2028. No Mundial de 2027 estarão em disputa mais nove vagas, e é ali que o Brasil precisa buscar a classificação.

As notas de cada ginasta nos aparelhos

A equipe teve cinco nomes: Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Thais Fidelis e Sophia Weisberg, de 16 anos, a mais jovem. As notas citadas na cobertura mostram onde o Brasil ganhou e perdeu:

  • Salto: Rebeca fez 14,400 num Yurchenko com dupla pirueta. Sophia somou 14,033 e levou o Brasil ao segundo lugar parcial. Flávia teve 13,000;
  • Barras assimétricas: Lorrane marcou 13,533, a melhor nota brasileira no aparelho, e Flávia 13,133;
  • Trave: Flávia fez 14,066, e Rebeca 13,433;
  • Solo: Thais teve 12,933, Lorrane 12,900 e Flávia 12,800.

Os descontos explicam parte da diferença para o pódio. No solo, Lorrane teve erro no final e Flávia perdeu 0,10 ao sair do tablado. No salto, Flávia deu um passo para trás na aterrissagem.

O que o Flamengo viu de positivo

Rebeca voltou ao Mundial depois de um ano sabático. Thais Fidelis voltou a um Mundial depois de sete anos, e Lorrane tem o bronze por equipes dos Jogos de Paris. Com o trio e a jovem Gabi Bouças, o clube reforça o protagonismo na ginástica, segundo o comunicado oficial do Flamengo.

O comparativo com o futebol rende conversa de torcida. O clube já viveu grandes campanhas em torneios mundiais, como o Mundial de 1981 contra o Liverpool e o Mundial de Clubes de 2025.

Cena de reportagem: histórico! Brasil leva prata inédita no Mundial de Ginástica, no trecho “O que veio depois da final por equipes”
Reprodução/i0.statig.com.br. Fonte

O que veio depois da final por equipes

Na sexta-feira, 23, Flávia e Lorrane disputaram a final do individual geral. Terminaram em 12º e 21º, com 52,799 e 50,932 pontos, fora do top 10. Rebeca entrou na final do salto no sábado, 24, e Flávia na final da trave no domingo, 25. O clube informou a programação, mas os resultados dessas finais ainda devem sair na página oficial de ginástica artística do Flamengo.

Fonte: Flamengo.

Leia também: Ginasta do Flamengo sobe ao pódio um ano depois de ficar a um passo dele no Mundial; Ginasta do Flamengo iguala a chinesa Cheng Fei com tricampeonato no salto mundial; Com quatro do Flamengo na seleção, Mundial de Roterdã abre disputa por vaga olímpica.

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